Mães solo podem receber auxílio emergencial de R$ 1.200 retroativo

Matérias Oficiais(+10% Clicks) - Aline 18/07/2021 Relatar Quero comentar

Olá, querido amiguinho.  É claro que hoje ainda vou compartilhar com você um pouco sobre o aspecto financeiro do conteúdo, afinal de contas, você também sabe que sou principalmente para compartilhar o conteúdo financeiro, não estou brincando com você, vamos entrar no assunto principal e dar uma olhada no que estou compartilhando com vocês hoje.  

 Para as coisas financeiras nós todos temos dúvidas de uma forma ou de outra, nós lutamos para encontrar um emprego ou começar um negócio, e também pode ser sobrecargado por mudanças no mercado econômico, não posso dizer que tem um profundo conhecimento sobre as coisas financeiras, aqui é principalmente para fornecer o conteúdo e informação mais útil,  E fornece as últimas notícias, os relatórios mais atualizados e os dados mais autênticos.

Conforme lei, os pagamentos retroativos poderão ser concedidos para mães solteiras que, no ano de 2020, não receberam auxílio emergencial de R$ 1.200. Entenda.

Mães chefes de família que não conseguiram as  parcelas de R$ 1.200 do auxílio emergencial em 2020, mas tinham direito, poderão receber os valores retroativos. A novidade se deu por causa da , que foi sancionada no dia 11 de junho de 2021 pelo presidente Jair Bolsonaro. De acordo com o texto, provedores de famílias monoparentais, sejam homens ou mulheres, terão direito ao benefício devido.

O pagamento em questão é referente às primeiras quatro parcelas depositadas no ano passado, que para o público em geral tinham o valor de R$ 600. A lei define ainda que, quando pais separados fizerem o cadastro indicando o mesmo dependente, a  prioridade seja dada para a mãe. Ou seja, a mulher poderá fazer jus ao auxílio emergencial dobrado de 2020, mesmo que seu registro tenha sido feito depois do homem.

Prioridade do auxílio às mães solo surgiu a partir de um veto derrubado

Inicialmente, o governo havia vetado o projeto da deputada Fernanda Melchiona, que dava preferência para a mãe quando os dois genitores fizessem a solicitação, sob a justificativa de que isso  abriria brecha para fraudes. A negativa dizia que não seria possível averiguar a veracidade das informações dos cadastros, tornando inconstitucional a medida de prioridade do auxílio emergencial de R$ 1.200 para mães solteiras.

Entretanto, no início deste mês de junho, o Congresso Nacional derrubou o veto e a Lei 14.171 entrou em vigor, garantindo que pai ou mãe solo consigam o benefício retroativo. Poderão receber  apenas aqueles que foram  impedidos de ter os valores em razão de dados conflituosos sobre a guarda de filhos em comum. Lembrando que a preferência será dada à mulher.

Além disso, o texto estabelece que a "Central de Atendimento à Mulher - Ligue 180" esteja preparada e equipada para  atender denúncias de mulheres chefes de família. A medida vale para aquelas que tiveram o auxílio emergencial negado, retido, subtraído ou  por terceiros.

Datas de pagamento da 3ª parcela do auxílio emergencial 2021

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