Entenda a importância da educação financeira infantil

Matérias Oficiais(+10% Clicks) - Aline 27/07/2021 Relatar Quero comentar

Prevenir é melhor do que remediar. É com essa frase clichê que comparamos a importância da educação financeira infantil. Além disso, é desde cedo que se ensina que as finanças devem fazer parte desse conjunto de aprendizados das crianças.

Assim, elas se tornarão jovens e adultos prevenidos. Quem sabe, ainda, já estejam com condições melhores do que teriam se estivessem completamente alheias ao mundo de investimentos.

Enquanto os pais pensam em medidas para , sair das dívidas rapidamente e até mesmo no planejamento financeiro da família, os mais jovens também devem se preocupar.

É claro que não é papel das crianças preocupar-se com o pagamento das contas em dia e se os gastos são maiores do que a receita. Mas cabe aos mais novos também começar a entender e contribuir para a saúde financeira familiar.

Em primeiro lugar, a educação financeira infantil pode vir desde casa até nas escolas. Para que você entenda a importância do assunto, foi criado o Decreto Federal 7.397/2010 estabelecendo a Estratégia Nacional de Educação Financeira (Enef).

Como resultado, a educação financeira passou a ser uma política de Estado, permanente, que envolve instituições, públicas e privadas, nas esferas federal, estadual e municipal.

Por isso, os objetivos dessa medida são:

As ações da Enef devem ser oferecidas por instituições públicas ou privadas, de forma obrigatoriamente gratuita, de interesse público, não podendo ter caráter comercial e não podendo recomendar produtos ou serviços financeiros.

A educação financeira infantil mostrou-se tema relevante até mesmo com uma medida que decreta esse ensinamento nas escolas

Educação financeira infantil nas escolas

Ainda como parte do decreto que estabeleceu a Enef, o Programa de Educação Financeira nas Escolas é constituído por dois projetos – Ensino Médio e Fundamental.

É composto por um projeto pedagógico e um conjunto de livros por níveis de ensino, que propõe atividades educativas para o ensino de finanças.

A princípio, essa não é uma educação baseada em cálculos e sim em planejamento e compreensão do mercado. Nesse sentido, a proposta é aproveitar que ainda na escola se aprende a viver em sociedade e a tomar decisões que influenciarão no futuro.

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