6 dicas práticas para renegociar aluguel

Matérias Oficiais(+10% Clicks) Yasmim 14/04/2021 Relatar Quero comentar

Renegociar aluguel se tornou quase uma obrigação para 18,3% da população brasileira.

Percentual que, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), vive em moradias alugadas.

Só em São Paulo, segundo a pesquisa Associação das Administradoras de Bens Imóveis e Condomínios de São Paulo (AABIC), um em cada cinco aluguéis residenciais passaram por processo.

Muitos dos inquilinos perderam seus empregos ou tiveram suas finanças abaladas durante a pandemia do novo coronavírus.

Aliado a isso, um motivo para renegociar aluguel é que o preço médio de locação residencial registrou queda de 0,31% em setembro na comparação com o mesmo período de 201.

Enquanto o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) no período apresentou inflação de 0,64%, de acordo com o Índice FipeZap.

Entre as 25 capitais monitoradas pelo Índice, as cidades de Fortaleza (1,17%), Salvador (1,11%), Florianópolis (0,97%), Curitiba (0,59%), São Paulo (0,55%) e Porto Alegre (0,33%) tiveram recuo no preço do aluguel.

Enquanto Brasília (0,61%) e Recife (0,30%) apresentaram alta no preço do aluguel residencial.

Renegociar aluguel: veja como ficou o recente reajuste

Os inquilinos que desejam lutar por reajuste e renegociar o aluguel precisarão ficar atentos às mudanças.

Isso porque, em março, aFundação Getúlio Vargas divulgou que o IGP-M de março de 2021 registrou alta de 2,94%.

Dessa forma, o acumulado dos últimos 12 meses ficou em 31,10%. O IGP-M, inclusive, é o índice padrão usado por diversas empresas para reajustes de contratos de aluguel.

“Nesta apuração do IGP-M, o IPA, indicador com maior influência no índice geral, registrou variação de 3,28%, muito próxima da apurada em janeiro de 2021, que foi de 3,38%. Apesar da similaridade, o resultado mostrou que a pressão exercida pelas matérias-primas brutas se espalhou pelas demais classes do IPA favorecendo o acréscimo das taxas dos grupos bens intermediários (de 2,54% para 4,67%), influenciada por materiais e componentes para a manufatura (de 1,98% para 4,16%), e bens finais (de 1,09% para 1,25%), este influenciado pelo aumento da gasolina, cujo preço subiu 17,43%, ante 6,63% no mês anterior”, foi o que afirmou André Braz, Coordenador dos Índices de Preços.

É importante destacar, ainda, que o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) variou 0,35% em fevereiro, ante 0,41% em janeiro.

Segundo a FGV, a principal contribuição partiu do grupo Alimentação (1,52% para 0,18%), citando o comportamento do item hortaliças e legumes, cuja taxa passou de 7,64% em janeiro para -1,77% em fevereiro.

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