Como organizar as finanças após a redução da renda

Matérias Oficiais(+10% Clicks) Yasmim 13/05/2021 Relatar Quero comentar

A crise financeira que eclodiu com a pandemia da COVID-19 desestabilizou as finanças de muitos brasileiros.

O isolamento social, medida imprescindível para tentar conter a disseminação do coronavírus, deixou 15,7 milhões de trabalhadores afastados do trabalho e, entre eles, 9,7 milhões sem remuneração em maio.

Os dados são da Pnad Covid19, versão da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) com apoio do Ministério da Saúde para conhecer os impactos do atual cenário no mercado de trabalho.

Outro levantamento divulgado no dia 17 – realizado pelo Instituto Locomotiva feito a pedido da Central Única das Favelas – aponta que 73% das pessoas pretas e pardas sofreram redução na renda devido à pandemia, enquanto entre as brancas o percentual cai para 60%.

O cenário é ainda mais catastrófico se observarmos o crescente número de desempregados.

No decorrer de maio, a pandemia fez com que 1 milhão de brasileiros perdessem o emprego, de acordo com a Pnad Covid19.

O desemprego cresceu semanalmente e atingiu 10,9 milhões de pessoas no final do mês, deixando a taxa de desemprego em 11,4%.

A Pnad Contínua, no entanto, indicou que a taxa de desemprego ficou em 12,6%, somando 12,8 milhões de pessoas desempregadas no trimestre terminado em abril.

Ao G1, Cimar Azeredo, diretor adjunto de pesquisas do IBGE afirmou que não se pode comparar os dados da Pnad Contínua com os da Pnad Covid por conta das diferenças metodológicas.

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